Bahia bate o Campinense e vence a primeira sob o comando de Paulo Comelli

Pressionado por protestos da torcida e pelos recentes maus resultados, o Bahia viajou até Campina Grande onde bateu o Campinense por 2 a 1, neste sábado, pela 12ª rodada da Série B do Brasileirão. Reinaldo Alagoano e Marcos marcaram para o Esquasdrão de Aço, que venceu a primeira sob o comando de Paulo Comelli. Anderson Oliveira, de falta, descontou para o laterna da Segundona. Com o resultado, o Tricolor fica na 12ª posição, com 16 pontos, enquanto a equipe paraibana permanece em último, com apenas seis.

Na próxima rodada, o Bahia recebe o Vasco, no Municipal de Pituaçu, enquanto Campinense encara o Vila Nova, no Serra Dourada. Os jogos acontecem no próximo sábado, às 16h10m (horário de Brasília) respectivamente.

Reinaldo Alagoano abre o placar para os visitantes 

Desde o momento em que o árbitro apitou o início da partida, o Bahia mostrava mais volume de jogo que o Campinense, mas a primeira chance de abrir o placar foi criada pelos donos da casa, aos 15. O meio-campo Washington arriscou de fora da área, obrigando o goleiro Marcelo a fazer uma bela defesa, no susto.

As equipes abusavam das faltas, e o juiz distribuiu quatro cartões amarelos nos primeiros 45 minutos. Aos 22, um lance polêmico para a equipe de Campina Grande. Fábio Júnior invadiu a área, dividiu com o zagueiro Nen e caiu, pedindo o pênalti. Apesar do lance duvidoso, o árbitro Cláudio Mercante, de Pernambuco, seguiu o jogo.

 Na sequência, Aos 24, Reinaldo Alagoano chutou forte, da entrada da área. Fabiano não segurou, e o mesmo atacante chegou primeiro que o arqueiro do Campinense, escorando para o fundo da rede, inaugurando o placar para o Bahia. O time paraibano insistiu nos cruzamentos para a área, enquanto os baianos se mantiveram no ataque até o fim da primeira etapa.

 Gols logo no início da etapa complementar 

Na volta do intervalo, o treinador do Campinense, Freitas Nascimento, sacou o lateral Thompson e pôs Aderlan, para tentar deixar o time mais ofensivo. Em contrapartida, o técnico Paulo Comelli não fez qualquer mudança até então. Aos três, o ala Marcos recebeu pela direita, driblou o zagueiro e bateu no canto direito de Fabiano, ampliando para o Esquadrão de Aço.

 Depois da saída de bola, o Campinense diminuiu o placar, em uma falha do arqueiro Marcelo. Aos cinco, Anderson Oliveira cobrou falta da intermediária, mas o goleiro tricolor não segurou. Os paraibanos novamente ameaçaram de falta, em seguida. O mesmo Anderson Oliveira bateu, um pouco mais perto, mas desta vez Marcelo espalmou.

 O time de Campina Grande foi para o 'tudo ou nada'. O atacante Edmundo substituiu o volante Henrique. O Tricolor se defendia e tentava surpreender nos contra-ataques. Aos 24, Alex Terra entrou no lugar de Beto, com câimbras, no Bahia, e Rodrigo Broa substituiu o autor do gol do time da casa, Anderson Oliveira. O mesmo Broa quase empatou a partida, aos 26. ainda deu tempo de Léo Medeiros e Joãozinho entrarem para ajudar a segurar o resultado para o Bahia.

 

Bahia bate o Campinense e vence a primeira sob o comando de Paulo Comelli

Pressionado por protestos da torcida e pelos recentes maus resultados, o Bahia viajou até Campina Grande onde bateu o Campinense por 2 a 1, neste sábado, pela 12ª rodada da Série B do Brasileirão. Reinaldo Alagoano e Marcos marcaram para o Esquasdrão de Aço, que venceu a primeira sob o comando de Paulo Comelli. Anderson Oliveira, de falta, descontou para o laterna da Segundona. Com o resultado, o Tricolor fica na 12ª posição, com 16 pontos, enquanto a equipe paraibana permanece em último, com apenas seis.

Na próxima rodada, o Bahia recebe o Vasco, no Municipal de Pituaçu, enquanto Campinense encara o Vila Nova, no Serra Dourada. Os jogos acontecem no próximo sábado, às 16h10m (horário de Brasília) respectivamente.

Reinaldo Alagoano abre o placar para os visitantes 

Desde o momento em que o árbitro apitou o início da partida, o Bahia mostrava mais volume de jogo que o Campinense, mas a primeira chance de abrir o placar foi criada pelos donos da casa, aos 15. O meio-campo Washington arriscou de fora da área, obrigando o goleiro Marcelo a fazer uma bela defesa, no susto.

As equipes abusavam das faltas, e o juiz distribuiu quatro cartões amarelos nos primeiros 45 minutos. Aos 22, um lance polêmico para a equipe de Campina Grande. Fábio Júnior invadiu a área, dividiu com o zagueiro Nen e caiu, pedindo o pênalti. Apesar do lance duvidoso, o árbitro Cláudio Mercante, de Pernambuco, seguiu o jogo.

 Na sequência, Aos 24, Reinaldo Alagoano chutou forte, da entrada da área. Fabiano não segurou, e o mesmo atacante chegou primeiro que o arqueiro do Campinense, escorando para o fundo da rede, inaugurando o placar para o Bahia. O time paraibano insistiu nos cruzamentos para a área, enquanto os baianos se mantiveram no ataque até o fim da primeira etapa.

 Gols logo no início da etapa complementar 

Na volta do intervalo, o treinador do Campinense, Freitas Nascimento, sacou o lateral Thompson e pôs Aderlan, para tentar deixar o time mais ofensivo. Em contrapartida, o técnico Paulo Comelli não fez qualquer mudança até então. Aos três, o ala Marcos recebeu pela direita, driblou o zagueiro e bateu no canto direito de Fabiano, ampliando para o Esquadrão de Aço.

 Depois da saída de bola, o Campinense diminuiu o placar, em uma falha do arqueiro Marcelo. Aos cinco, Anderson Oliveira cobrou falta da intermediária, mas o goleiro tricolor não segurou. Os paraibanos novamente ameaçaram de falta, em seguida. O mesmo Anderson Oliveira bateu, um pouco mais perto, mas desta vez Marcelo espalmou.

 O time de Campina Grande foi para o 'tudo ou nada'. O atacante Edmundo substituiu o volante Henrique. O Tricolor se defendia e tentava surpreender nos contra-ataques. Aos 24, Alex Terra entrou no lugar de Beto, com câimbras, no Bahia, e Rodrigo Broa substituiu o autor do gol do time da casa, Anderson Oliveira. O mesmo Broa quase empatou a partida, aos 26. ainda deu tempo de Léo Medeiros e Joãozinho entrarem para ajudar a segurar o resultado para o Bahia.

 

Bahia deve repetir escalação pela primeira vez na Série B

Passadas 11 rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B, na partida deste sábado pode ser a primeira vez que o Bahia pode repetir a mesma escalação no jogo contra o Campinense, às 16h10, em Campina Grande.

As mudanças vinham ocorrendo com mais frequência no setor ofensivo, que até o momento não vem dando o resultado esperado pelos pelos treinadores Alexandre Gallo, que não é mais o comandante do Bahia, e seu sucessor, Paulo Comelli.

A maior dificuldade do Bahia até então foi encontrar um jogador para atuar como quarto homem do meio-de-campo. Já passaram por esta função somente na Série B, Léo Medeiros, Alex Maranhão, Ananias, Hélton Luiz e Joelson, mas nenhum consegui agradar.

Outra posição que vem sofrendo muitas mudanças é o ataque, onde já revezaram-se como titulares Paulo Roberto, Lima, Reinaldo Alagoano, Joãozinho e Beto.

Pensando em adquirir ainda mais entrosamento, o treinador Paulo Comelli não deve mexer na equipe, deixando Ananias como responsável pela criação e Beto e Reinaldo Alagoano comandando o ataque do tricolor para o jogo deste sábado.

Carpegiani 'quebra a cabeça' para montar o sistema defensivo do Vitória

Antes da viagem para o jogo contra o Náutico, realizado na última quinta-feira, o treinador Paulo César Carpegiani se mostrava bastante preocupado com o fato de ter dois de seus três zagueiros pendurados com dois cartões amarelos e temia que algum deles viesse a receber um cartão amarelo.

"Vamos jogar contra o Náutico, onde temos preocupação com o time e o campo também. Outra preocupação é o fato de termos o Anderson e o Victor, com dois cartões amarelos", confidenciou o treinador antes da viagem para Recife.

O receio do treinador se tornou uma realidade ainda pior do que ele previa. Além de Victor Ramos e Anderson Martins terem recebido o terceiro cartão amarelo, o treinador sofreu também a baixa pela expulsão de Wallace, deixando assim o time sem os três zagueiros titulares no esquema de Carpegiani.

Com as suspensões dos três zagueiros titulares, o técnico Carpegiani vai ter grandes problemas para escalar a defesa titular para o jogo de domingo contra o líder, Atlético-MG, às 16h, no Barradão.

Os problemas começam porque o rubro-negro só tem no elenco, o zagueiro Marco Aurélio na posição, mas que ainda se encontra recuperando de contusão e não deve jogar na partida contra o Atlético. Com isso, Carpegiani deve improvisar Carlos Alberto e Gil na defesa, além de mudar o esquema com três zagueiros para o 4-5-1, com o recuo dos alas Apodi e Leandro para as laterais.

Mas essa decisão só deve ser tomada na manhã deste sábado, quando os jogadores do Vitória treinam visando o jogo de domingo contra o Atlético-MG, às 16h, no Barradão.

FBF, MP, Vitória e imprensa se unem para pedir interdição dos Aflitos

O presidente da Federação Bahiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues, que estava no estádio dos Aflitos nesta quinta-feira (16/07) acompanhando o jogo entre Vitória 1 X 1 Náutico, afirmou que a FBF vai adotar as providência para que o estádio dos Aflitos seja interditado até que regularize sua estrutura de segurança para a disputa de jogos do Campeonato Brasileiro. Ele ficou indignado com a violência praticada por um torcedor, que atirou uma garrafa de cerveja no meio da imprensa que fazia a entrevista coletiva com o técnico Carpeggiani, do Vitória, atingindo o repórter Nilson Luiz, da equipe dos galáticos – Itapoan FM.

“Primeiro que a garrafa não era para estar nas mãos de um torcedor dentro do estádio, segundo que não havia qualquer segurança no local minutos depois do jogo. Vamos encaminhar as fotos e um relatório do ocorrido para o STJD, solicitando a interdição do estádio”, afirmou o dirigente baiano.

 Em Salvador, o promotor do Ministério Público, José Renato, informou que o órgão vai agir pela punição ao Náutico, que tem obrigação de assegurar as condições do seu estádio para a realização de eventos esportivos oficiais.

 O presidente do Vitória, Alexi Portela Jr. se manifestou solidariamente com a Itapoan FM e o repórter Nilson Luiz, colocando o clube como participante da ação que será entregue ao STJD. “O Vitória será parte do processo em qualquer instância para que fatos como esse não ocorram mais no futebol brasileiro”, declarou.

 O diretor executivo do Vitória, Jorge Sampaio, também fez duras críticas ao Náutico e o estádio dos Aflitos: "Foi uma garrafada covarde, não tem um policial, não tem um funcionário aqui, estamos completamente desprotegidos, à mercê de vândalos e de marginais. Isso é o Estádio dos Aflitos. Isso aqui é uma várzea, tem de ser interditado. Já não bastasse o que aconteceu ano passado aqui, com gás de pimenta, invasão de vestiário e policial dando voz de prisão para jogador", disparou Sampaio, relembrando a confusão ocorrida no confronto do ano passado entre as duas equipes.

 A Rádio Itapoan FM e toda a sua equipe esportiva já começou a providenciar todas os elementos capazes de provar que o estádio não tem a mínima condição de segurança, inclusive com o testemunho do seu repórter, Nilson Luiz, no dia do julgamento, no Rio de Janeiro.

 A ABCD – Associação Bahiana dos Cronistas Desportivos – também se colocou à disposição no apoio ao seu associado.

Para Leandro, empate fora de casa foi bom para o Vitória

O Vitória abriu o placar na primeira etapa da partida contra o Náutico, nesta quinta-feira, pela 11ª rodada do Brasileirão. Mas, no segundo tempo, o time baiano não resistiu à pressão do Timbu, que se apoiava na estreia do técnico Geninho para tentar se livrar da lanterna da competição e acabou cedendo o empate por 1 a 1.

Para o lateral Leandro, a reação alvirrubra e o fato de o Leão ter ficado com um jogador a menos - Wallace foi expulso - valorizou o resultado para os rubro-negros.

 - Pelas circunstâncias, foi um bom resultado. Esse ponto com certeza vai nos ajudar mais para frente na competição - analisou.

Sul-Americana: Conmebol define datas, locais e horários dos jogos do Vitória

Estão definidos os horários e as datas dos jogos de Coritiba contra o Vitória pela primeira rodada da Copa Sul-Americana. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) divulgou nesta quinta-feira (16/07) a tabela da largada da competição.

O Vitória estréia contra o Coritiba, no dia 13 de agosto, uma quinta-feira, às 19h15, no Barradão, em Salvador. O jogo da volta acontece no dia 25, terça-feira, às 20:15h., no Couto Pereira.

Torcida do Bahia inicia campanha "Público zero"

A crise do Bahia na Série B do Campeonato Brasileiro levou seus torcedores a tomarem uma atitude drástica. Nesta quinta-feira, os baianos deram início à campanha "Público Zero" para os jogos da equipe do estádio Pituaçu, local onde o time recebe seus jogos pela competição.

Os torcedores pretendem começar o protesto no dia 27 de julho, quando o Bahia receberá o Vasco, em Salvador. A campanha circula em uma corrente de e-mails da internet, que critica o tratamento do clube com os seus fãs e a campanha do clube na Série B.

"Nós torcedores do Bahia somos o maior patrimônio deste clube. E antes que seja tarde, precisamos mobilizar toda a massa para mostrar que merecemos MAIS. Agora chegou a vez de fazermos eles sentirem vergonha e ver o quanto somos importantes. Bahia x Vasco será a oportunidade de mostrarmos toda a nossa indignação e exigirmos mudanças urgentes, desde jogadores até a diretoria. NÃO vá à Pituaçu no dia 25/07, assim transmitiremos a eles um pouco da humilhação que estamos passando. É hora de dar um apito final nessa situação", diz o comunicado.

Apesar de não ter iniciado oficialmente, o protesto já pôde ser visto nas últimas partidas do Bahia dentro de casa. O público é decrescente a cada rodada e no último duelo no Pituaçu, terça-feira, no empate de 1 a 1 contra o Bragantino, cerca de 4 mil torcedores compareceram ao estádio, contra os 14 mil que foram ver a goleada por 4 a 1 sobre o ABC no dia 6 de junho.

Além das seis partidas sem vitória, o preço dos ingressos é outro fator preponderante para a pouca presença de torcedores no estádio. Primeiramente, o clube cobrava R$ 40 pelo ingresso de arquibancada inteira nas partidas, mas depois de protestos e pressão do Ministério Público Federal, a diretoria do Bahia abaixou o preço para R$ 30.